Cursos

Alcançando o R1 em 2026

Extensivo R1

Expert ENAMED

Extensivo R1 Plus

Expert ENAMED + Expert Extra + Revisão R1

Extensivo R1 Master

Expert ENAMED + Expert Extra + Revisão R1 + Apostilas Físicas

Intensivo R1

Em Breve

Revisão R1

Em Breve

Dominando do Internato ao R1

Extensivo Bases

Destaque-se no Internato enquanto revisa para o R1

Extensivo Programado 2 Anos

Extensivo Bases + Extensivo R1

Extensivo Programado 3 Anos

Extensivo Bases (2 Anos) + Extensivo R1

Gabaritando o ENAMED 4º Ano

Extensivo 4ºAno ENAMED

Focado na prova do ENAMED 4ºAno

Extensivo Programado 4º Ano

Extensivo 4º Ano ENAMED + Extensivo Bases + Extensivo R1

Extensivo Programado 3º Ano

Extensivo 4º Ano ENAMED (2 Anos) + Extensivo Bases + Extensivo R1

Conquistando o R+ em 2026

Extensivo R+ Cirurgia Geral

Inclui prova de título CBC

Extensivo R+ Pediatria

Inclui prova de título TEP

Extensivo R+ Ginecologia e Obstetrícia

Inclui prova de título TEGO

Extensivo R+ Clínica Médica

Não sabe qual o melhor curso pra você?

Fale com um consultor
Aprovados
Materiais Gratuitos
Blog
Eventos - Plantão de Aprovação
Plantão SES-PE
  
(
Online
)
03
/
01
Em Breve
Plantão UEPA
  
(
Online
)
10
/
01
Em Breve
Aulas Gratuitas
Replay SES-PE
Replay SUS-BA
Replay SUS-SP
Replay PSU-MG
Kit Preparação para a Residência
Kit Preparação para o Internato
Guias e Ebooks
Guia da Aprovação SES-PE
Guia da Aprovação SUS-BA
Em Breve
Guia da Aprovação USP-SP
Em Breve
Guia da Aprovação ENAMED
Em Breve
Todos os Materiais Gratuitos
Para IES
Institucional
Sobre Nós
Seja um Parceiro EMR
Fidelize e Ganhe
Contato
Área do Aluno
account_circle
Teste grátis
bolt
/
Blog
/
Estudo
/
Síndrome do choque tóxico: sintomas e diagnóstico preciso
Estudo
•
Publicado em
12/3/25

Síndrome do choque tóxico: sintomas e diagnóstico preciso

Síndrome do choque tóxico: sintomas e diagnóstico preciso
Escrito por:
No items found.
Fernanda Vasconcelos

Índice

Título H3
Example H4
Example H5
Example H6
Example H2
Example H3
Example H4
Example H5
Example H6
Example H2
Example H3
Example H4
Example H5
Example H6

A Síndrome do Choque Tóxico é uma doença rara, porém com potencial letal caso mal manejada. Seu mecanismo envolve a desregulação do sistema imunológico perante um agente estressor. Vamos entender mais dessa condição?

O que é síndrome do choque tóxico? Conceitos fundamentais para sua prática médica

A Síndrome do Choque Tóxico é uma doença aguda que se caracteriza por febre alta, hipotensão, erupção cutânea semelhante a uma queimadura de primeiro grau e danos a múltiplos órgãos. Essa síndrome foi inicialmente associada ao uso de absorventes internos mas, ao longo do tempo, observou-se que também pode ocorrer em situações como em infecções pós-operatórias, queimaduras, e presença de corpos estranhos, como cateteres ou outras infecções de pele.

A SCT é uma condição rara, com uma incidência estimada de 0,8 a 3,4 casos por 100.000 pessoas nos Estados Unidos. No Brasil, embora a incidência exata não seja amplamente conhecida, a doença ainda é considerada pouco frequente, mas com potencial de causar complicações graves se não diagnosticada e tratada precocemente.

Evite erros no diagnóstico! Compreenda as causas

A Síndrome do Choque Tóxico é causada principalmente por Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes, que produzem superantígenos, como a TSST-1, que são responsáveis pela hiperativação imunológica. Esses superantígenos se ligam diretamente a células T, desencadeando uma resposta inflamatória descontrolada, com liberação de citocinas como IL-1, TNF-alfa e interferon-gama. Essa resposta é responsável pelos achados clínicos.

As cepas de Staphylococcus aureus podem ser sensíveis ou resistentes à meticilina (MSSA e MRSA), sendo as cepas resistentes também capazes de produzir toxinas associadas à síndrome. O impacto dessas toxinas é amplificado pela resposta imunológica desregulada, resultando em uma síndrome potencialmente fatal se não tratada rapidamente.

Veja também:

  • O que é Residência em Ginecologia e Obstetrícia, áreas de atuação, rotina, habilidades e remuneração
  • Confira a concorrência para residência médica do ENARE 2025
  • Veja como é a rotina da residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no CISAM-UPE

Sintomas da síndrome do choque tóxico: aprenda a reconhecer os primeiros sinais críticos

A Síndrome do Choque Tóxico se apresenta tipicamente com um início rápido de febre, erupção cutânea e hipotensão. Inicialmente, os pacientes podem apresentar sintomas prodrômicos como febre, calafrios, náuseas, vômitos, mialgias, cefaleia e odinofagia. Em seguida, a condição evolui rapidamente para sepse e falência de órgãos. 

Manifestações cutâneas

O quadro clínico inclui uma erupção cutânea macular difusa e eritematosa, que pode iniciar após uma ou duas semanas, especialmente nas palmas das mãos e solas dos pés. Essa erupção pode ser precedida por um rash transitório, principalmente no tórax, que se torna mais grave e pode evoluir para o descamamento da pele.

Toxic Shock Syndrome
Eritema descamativo na Síndrome do Choque Tóxico. Fonte: Rehman Medical Institute

Outros sinais epiteliais podem incluir edema não-compressivo, hemorragia conjuntival e envolvimento mucoso, como hiperemia vaginal e orofaríngea. Nos casos mais graves, podem ocorrer úlceras superficiais nas mucosas, petéquias, vesículas e bolhas.

Manifestações sistêmicas graves

Além das manifestações cutâneas, a Síndrome do Choque Tóxico é acompanhada por manifestações sistêmicas graves. A hipotensão é um sinal característico e pode ser resistente a grandes volumes de fluidos intravenosos, levando à isquemia tecidual e falência orgânica. Os pacientes também podem apresentar sintomas gastrointestinais como dor abdominal, vômitos e diarreia aquosa, além de mialgias difusas e fraqueza muscular, com aumento dos níveis de creatina quinase.

A Síndrome do Choque Tóxico também pode causar alterações hematológicas, como trombocitopenia, anemia e distúrbios de coagulação, incluindo coagulação intravascular disseminada (CIVD), o que pode levar a sangramentos. Além disso, os pacientes podem desenvolver sintomas neurológicos, como desorientação, confusão, sonolência, irritabilidade, agitação e até alucinações. Em casos mais graves, pode haver edema cerebral e outras alterações no sistema nervoso central. 

A síndrome pode também envolver o sistema respiratório, com edema pulmonar e derrame pleural, além de comprometimento cardíaco, como miocardiopatia. Em pacientes com AIDS, a SCT pode se apresentar de forma subaguda, com eritema persistente, descamação, febre e hipotensão recorrentes por semanas. O quadro clínico é grave e exige diagnóstico precoce e tratamento imediato para evitar complicações fatais.

Preparatórios EMR
A Metodologia ideal para ser aprovado na Residência Médica ou Revalida

Prepare-se através de uma metodologia testada e aprovada nas principais provas de concurso médico do Brasil.

Saiba mais
Aprove de primeira com os
nossos cursos para Residência
Conhecer os cursos

Como diagnosticar a síndrome do choque tóxico com precisão?

O diagnóstico da Síndrome do Choque Tóxico é clínico e baseia-se na combinação de sinais e sintomas, sem um teste específico. Exames laboratoriais são importantes para complementar a investigação, incluindo hemograma, painel metabólico, creatina quinase (CK), e testes de coagulação. O diagnóstico é apoiado pela presença de critérios do CDC, como febre, erupção cutânea, hipotensão e envolvimento de múltiplos órgãos, como alterações nos níveis de creatinina, bilirrubina e plaquetas, além de alterações neurológicas e gastrointestinais.

A hipocalcemia grave é comum e deve ser corrigida, e exames microbiológicos, como culturas de sangue e outros locais suspeitos, são necessários para identificar a origem infecciosa. A punção lombar é indicada em casos com febre e alteração do estado mental, após avaliação da coagulação. O diagnóstico precoce é crucial para tratamento eficaz e prevenção de complicações graves. A disfunção renal é frequente, manifestando-se por elevação da ureia sérica e creatinina. 

Domine o tratamento e saia na frente na residência médica

O tratamento da síndrome do choque tóxico envolve uma abordagem agressiva, iniciando pela hidratação intravenosa com cristaloides para corrigir a hipotensão e restaurar o volume circulatório. Em casos de infecções de tecidos moles, como a fasciíte necrosante, é necessário identificar e tratar a origem da infecção rapidamente, realizando a remoção de qualquer material contaminado, como tampões menstruais ou tampões nasais em epistaxe.

Antibióticos de amplo espectro devem ser administrados imediatamente, preferencialmente após a coleta de culturas de sangue e de outras fontes suspeitas. Devido à prevalência de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), o antibiótico recomendado é a Vancomicina. A Clindamicina deve ser adicionada para suprimir a produção de toxinas, porém não deve ser utilizada isoladamente.

Após a identificação do organismo e a realização de testes de sensibilidade, os antibióticos podem ser ajustados. Para o estreptococo do grupo A (GAS), a penicilina é o antibiótico preferido, enquanto para o Staphylococcus aureus sensível à meticilina (MSSA), recomenda-se clindamicina com flucloxacilina ou um antibiótico beta-lactâmico resistente à beta-lactamase, como nafcilina. O tratamento com antibióticos deve durar de sete a 14 dias.

Em casos de choque refratário à reposição volêmica, os vasopressores devem ser administrados, sendo a noradrenalina a primeira escolha. A imunoglobulina intravenosa (IVIG) pode ser considerada se o choque não responder a fluidos e vasopressores.

Aprenda com especialistas: faça o extensivo Eu Médico Residente

A prova de residência médica exige do candidato não apenas conhecimento teórico, mas também a capacidade de interpretar e resolver questões de forma estratégica. Para garantir a sua aprovação na residência médica, não basta apenas estudar – é preciso um método eficiente e direcionado.

No Eu Médico Residente, oferecemos exatamente isso! Extensivos que estão  numa plataforma de métricas, integrada com inteligência artificial, monta simulados e revisões personalizadas para otimizar seu desempenho. Além disso, nosso MedTrack atua como um mentor virtual, criando um cronograma de estudos ajustado às suas necessidades. Contamos também com um banco de mais de 60 mil questões comentadas, E-books detalhados, resumos, mapas mentais e flashcards.

Leia Mais:

  • Clamídia: fisiopatologia, fatores de risco, sintomas e como tratar
  • Sangramento Uterino Anormal (SUA): entenda as possíveis causas e tratamentos
  • Endometrite: fatores de risco, sintomas e tratamento
  • Candidíase vulvovaginal: o que é, sintomas e como tratar
  • Corrimento Vaginal: como cai na residência médica da SURCE?

FONTES:

  • Ross A, Shoff HW. Toxic Shock Syndrome. [Updated 2023 Aug 7]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025 Jan-. 
  • UpToDate. Staphylococcal toxic shock syndrome. 
Aprove de primeira com os
nossos cursos para Residência
Conhecer os cursos
O que achou deste conteúdo?

Artigos recentes

ICC/CE: saiu o resultado final
Editais
•
3/12/25
ICC/CE: saiu o resultado final
Residência Médica SES-PE: inscrições abertas
Editais
•
2/12/25
Residência Médica SES-PE: inscrições abertas
ENARE R+: divulgado gabarito e resultado preliminar
Editais
•
28/11/25
ENARE R+: divulgado gabarito e resultado preliminar
ENADE, ENAMED e ENARE: Entenda as diferenças entre as provas
Dicas
•
24/11/25
ENADE, ENAMED e ENARE: Entenda as diferenças entre as provas
Ver todos os artigos

Biblioteca de Conteúdos Gratuitos Eu Médico Residente!

Já imaginou ter ACESSO GRATUITO a mais de 100 horas de aulas, Guias da Aprovação, ebooks e muitos outros?

Conheça a nossa Biblioteca, com conteúdos gratuitos preparados por nosso time de professores, para te ajudar na aprovação da sua banca de escolha!

bolt Acesse gratuitamente!
Preencha o formulário para acessar o teste grátis!
Ao confirmar sua inscrição você estará de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Logomarca Eu Médico Residente

Cursos

  • Extensivos R1 2026
  • Extensivos R+ 2026
  • Extensivos Bases 2026
  • Extensivos 4º ano ENAMED
  • Ver todos

Institucional

  • Sobre
  • Eventos
  • Blog
  • Ajuda
  • Parceiros EMR
  • Fidelize e Ganhe
  • Soluções para IES
  • Contato

Endereço

Av. Marquês de Olinda, nº 302, andar 004, Bairro do Recife - Recife- PE, CEP 50030-000

Nossas redes

EMR Eu Médico Residente Ensino Ltda © 2025. Todos os direitos reservados. CNPJ: nº 34.730.954/0001-71
Termos de usoPolítica de Privacidade