Cursos

Alcançando o R1 em 2026

Extensivo R1

Expert ENAMED

Extensivo R1 Plus

Expert ENAMED + Expert Extra + Revisão R1

Extensivo R1 Master

Expert ENAMED + Expert Extra + Revisão R1 + Apostilas Físicas

Intensivo R1

Em Breve

Revisão R1

Em Breve

Dominando do Internato ao R1

Extensivo Bases

Destaque-se no Internato enquanto revisa para o R1

Extensivo Programado 2 Anos

Extensivo Bases + Extensivo R1

Extensivo Programado 3 Anos

Extensivo Bases (2 Anos) + Extensivo R1

Gabaritando o ENAMED 4º Ano

Extensivo 4ºAno ENAMED

Focado na prova do ENAMED 4ºAno

Extensivo Programado 4º Ano

Extensivo 4º Ano ENAMED + Extensivo Bases + Extensivo R1

Extensivo Programado 3º Ano

Extensivo 4º Ano ENAMED (2 Anos) + Extensivo Bases + Extensivo R1

Conquistando o R+ em 2026

Extensivo R+ Cirurgia Geral

Inclui prova de título CBC

Extensivo R+ Pediatria

Inclui prova de título TEP

Extensivo R+ Ginecologia e Obstetrícia

Inclui prova de título TEGO

Extensivo R+ Clínica Médica

Não sabe qual o melhor curso pra você?

Fale com um consultor
Aprovados
Materiais Gratuitos
Blog
Eventos - Plantão de Aprovação
Plantão SES-PE
  
(
Online
)
03
/
01
Em Breve
Plantão UEPA
  
(
Online
)
10
/
01
Em Breve
Aulas Gratuitas
Replay SES-PE
Replay SUS-BA
Replay SUS-SP
Replay PSU-MG
Kit Preparação para a Residência
Kit Preparação para o Internato
Guias e Ebooks
Guia da Aprovação SES-PE
Guia da Aprovação SUS-BA
Em Breve
Guia da Aprovação USP-SP
Em Breve
Guia da Aprovação ENAMED
Em Breve
Todos os Materiais Gratuitos
Para IES
Institucional
Sobre Nós
Seja um Parceiro EMR
Fidelize e Ganhe
Contato
Área do Aluno
account_circle
Teste grátis
bolt
/
Blog
/
Estudo
/
Manejo da Leucemia Linfóide Aguda no público pediátrico
Estudo
•
Publicado em
5/1/22

Manejo da Leucemia Linfóide Aguda no público pediátrico

Manejo da Leucemia Linfóide Aguda no público pediátrico
Escrito por:
No items found.
Ellen Kosminsky

Índice

Título H3
Example H4
Example H5
Example H6
Example H2
Example H3
Example H4
Example H5
Example H6
Example H2
Example H3
Example H4
Example H5
Example H6

As leucemias são as neoplasias mais comuns da infância, correspondendo a 28% de todos os tipos de câncer na pediatria. Dessas, a leucemia linfóide aguda (LLA) é o tipo mais comum, correspondendo a 75 a 80% dos casos. 

Além disso, a LLA tem como a faixa etária mais comum de incidência o 2º ao 4º ano de vida. E apesar de ter etiologia desconhecida, são fatores de risco para a LLA a exposição pré-natal à radiação ionizante e alguns agentes quimioterápicos. 

E mais, condições genéticas, como a Síndrome de Down -que aumenta a incidência de leucemia em até 20 vezes- e a síndrome de Klinefelter. E ainda, o tabagismo materno e paterno.

Conhecer o manejo da LLA é fundamental para sua prova de residência. Portanto, não perca mais um post essa semana para contribuir com a sua formação! 

Como é a fisiopatologia da Leucemia Linfóide Aguda?

LLA é uma neoplasia maligna de origem na medula óssea. É monoclonal, ou seja, derivado de uma única célula maligna que provoca uma expansão clonal de células progenitoras: os linfoblastos, e são associadas a mutações inibidoras da apoptose.

 

Representação da linhagem das células produzidas na medula óssea. Fonte: National Cancer Institute

Assim, devido a essa extensa multiplicação de linfoblastos na MO, há uma supressão da produção de precursores de eritrócitos, leucócitos normais e plaquetas. Dessa forma, no paciente com LLA, frequentemente há prejuízo na função imune normal.

Para mais, a LLA pode ser classificada em leucemia linfoblástica precursora de células B (85% das leucemias agudas na infância) ou precursora de células T. E mais, os sinais e sintomas evidenciados no quadro clínico serão decorrentes da infiltração neoplásica dos linfoblastos pela corrente sanguínea.

Representação do sangue periférico com leucemia. Fonte: AEAL

Preparatórios EMR
A Metodologia ideal para ser aprovado na Residência Médica ou Revalida

Prepare-se através de uma metodologia testada e aprovada nas principais provas de concurso médico do Brasil.

Saiba mais
Aprove de primeira com os
nossos cursos para Residência
Conhecer os cursos

Como é o quadro clínico da Leucemia Linfóide Aguda?

A evolução do quadro é variável, podendo ocorrer em dias ou semanas. Ou ainda, de forma súbita.

A dor óssea e a artralgia são sintomas frequentes, e ocorrem devido a infiltração dos linfoblastos no periósteo. É mais comum em membros e, em geral, acomete predominantemente os membros inferiores. O controle dessa dor com anestésicos é difícil.

Além disso, cerca de 50 a 60% dos pacientes apresentam febre, que ocorre devido a citocinas produzidas pelas células normais ou leucêmicas. 

E ainda, devido a infiltração dos blastos e supressão da produção de células normais na medula óssea, o paciente pode apresentar palidez, astenia e petéquias. E mais, equimoses e anemia.

Além disso, achados de hepatomegalia, esplenomegalia e linfonodomegalias generalizadas também podem estar presentes no exame físico. Além desses órgãos, o timo, rins e pele podem ser acometidos.

E mais, também os ovários, testículos e sistema nervoso central (SNC). Sendo que até 10% das crianças apresentam infiltração das células neoplásicas no SNC ao diagnóstico. Todavia, raramente apresentaram sintomas.

Além disso, crianças com leucemia linfoblástica precursora de células T podem apresentar massas mediastinais, devido à adenomegalia na região. Consequentemente, podem apresentar sintomas respiratórios, como tosse, taquipneia e dispneia. 

Como diagnosticar a Leucemia Linfóide Aguda?

A avaliação da criança pode ser iniciada com o hemograma. Esse frequentemente evidencia leucocitose com blastos, auxiliando no diagnóstico. Ademais, a anemia, quando presente, é normocítica e normocrômica, além de apresentar diminuição do número de reticulócitos. 

Quase sempre há presença da leucocitose. Entretanto, os leucócitos normais -eosinófilos, monócitos, neutrófilos- estarão diminuídos ou ausentes. Além disso, a neutropenia é considerada grave quando a contagem das células é < 500/mm3.

E ainda, a trombocitopenia está presente na maioria dos casos. Em 75% dos pacientes, a contagem é inferior a 100.000/mm3. Para mais, é importante recordar que a presença de hemorragias se correlaciona com o grau de trombocitopenia.

Apesar do hemograma evidenciar dados importantes, a confirmação do diagnóstico dá-se pelo mielograma, quando houver presença de 25% de mieloblastos na medula óssea. Esse método permite também a caracterização citomorfológica das células malignas, feita através da imunofenotipagem e citogenética.

A. Mielograma de medula óssea normal. B. Mielograma de medula óssea com LLA. Observe a grande quantidade de linfoblastos. Fonte: Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia

‍

Além disso, a radiografia de tórax deve ser feita em todos os pacientes. Caso o paciente apresente sintomas respiratórios, a radiografia de tórax torna-se imprescindível para o diferenciar o quadro de adenomegalia mediastinal, que ocorre em blastos precursores de células T, de outras comorbidades.

Aprove de primeira com os
nossos cursos para Residência
Conhecer os cursos

Diagnóstico diferencial

O diagnóstico diferencial deve ser feito com a artrite reumatóide juvenil, trombocitopenia imune primária e a aplasia de medula óssea. E mais, com a  mononucleose infecciosa, leishmaniose visceral e leucemia mieloide aguda. E ainda, com o neuroblastoma, linfoma não Hodgkin e histiocitose de células de Langerhans.

Qual o prognóstico da Leucemia Linfóide Aguda?

A tabela abaixo expõe os fatores prognósticos favoráveis e desfavoráveis da Leucemia Linfóide Aguda.

Fatores Prognósticos Favoráveis Fatores Prognósticos Desfavoráveis
Idade entre 1 e 9 anos Idade inferior a 1 ano e superior a 9 anos
Leucometria < 50.000/mm3 Leucometria > 50.000/mm3
Linfoblastos precursores de células B Linfoblastos precursores de células T
Hiperploidia > 50 cromossomos Hipoploidia < 44 cromossomos
Doença residual mínima após terapia de indução < 0,01% Cariótipo t(9;22)

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2017.

Como tratar a Leucemia Linfóide Aguda?

Na suspeita diagnóstica da LLA, é imprescindível não prescrever corticoides. Isso porque eles provocam lise dos blastos, e podem comprometer a análise do mielograma.

O tratamento específico da doença é a quimioterapia, apresentando taxas de sobrevida livre da doença de 80%. Para mais, o transplante de medula óssea está indicado em casos de recidivas precoces.

‍

Fontes:

Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 4ª edição, Barueri, SP: Manole, 2017.

O que achou deste conteúdo?

Artigos recentes

ICC/CE: saiu o resultado final
Editais
•
3/12/25
ICC/CE: saiu o resultado final
Residência Médica SES-PE: inscrições abertas
Editais
•
2/12/25
Residência Médica SES-PE: inscrições abertas
ENARE R+: divulgado gabarito e resultado preliminar
Editais
•
28/11/25
ENARE R+: divulgado gabarito e resultado preliminar
ENADE, ENAMED e ENARE: Entenda as diferenças entre as provas
Dicas
•
24/11/25
ENADE, ENAMED e ENARE: Entenda as diferenças entre as provas
Ver todos os artigos

Biblioteca de Conteúdos Gratuitos Eu Médico Residente!

Já imaginou ter ACESSO GRATUITO a mais de 100 horas de aulas, Guias da Aprovação, ebooks e muitos outros?

Conheça a nossa Biblioteca, com conteúdos gratuitos preparados por nosso time de professores, para te ajudar na aprovação da sua banca de escolha!

bolt Acesse gratuitamente!
Preencha o formulário para acessar o teste grátis!
Ao confirmar sua inscrição você estará de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Logomarca Eu Médico Residente

Cursos

  • Extensivos R1 2026
  • Extensivos R+ 2026
  • Extensivos Bases 2026
  • Extensivos 4º ano ENAMED
  • Ver todos

Institucional

  • Sobre
  • Eventos
  • Blog
  • Ajuda
  • Parceiros EMR
  • Fidelize e Ganhe
  • Soluções para IES
  • Contato

Endereço

Av. Marquês de Olinda, nº 302, andar 004, Bairro do Recife - Recife- PE, CEP 50030-000

Nossas redes

EMR Eu Médico Residente Ensino Ltda © 2025. Todos os direitos reservados. CNPJ: nº 34.730.954/0001-71
Termos de usoPolítica de Privacidade